quinta-feira, 1 de setembro de 2011

SÓ RINDO MESMO.

Político é engolido por cobra Sucuri no Amazonas


 

Pescador presenciou a cena, tentou buscar ajuda, mas o povo deu gargalhada ao invés de ajudar
Um deputado de Santa Catarina foi engolido por uma cobra Sucuri, na manhã desta quarta-feira (8), durante um passeio pelo Amazonas. De acordo com testemunhas, o deputado fazia um passeio de barco, bebia uísque e contava dinheiro de uma maleta, bastante feliz, quando foi surpreendido pela cobra. “Eu vi quando a cobra pegou, enrolou, e engoliu”, contou um pescador que estava próximo do local.

Após presenciar o ataque da sucuri contra o deputado, o pescador foi até uma comunidade buscar ajuda. Entretanto, ao invés de conseguir ajuda, conseguiu na verdade foi alavancar gargalhada do povo. “O povo começou a rir, e até bolaram no chão gargalhando, quando eu contei que o engolido foi um político”, disse o pescador ao repórter de G17.

A esposa do deputado foi informada do ocorrido na tarde de hoje. “Eu acho é pouco. Quem mandou ir esconder dinheiro no Amazonas”, disse a viúva.

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Definida a CPI responsável pelas investigações de denúncias de corrupção em Campinas


NOTÍCIAS - JORNALISMO


CPI da Corrupção
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CPI da Corrupção - 01/09/2011


A comissão terá a presidência de Artur Orsi (PSDB), vereador que propôs a CPI

Os nomes dos seis vereadores que irão fazer parte da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigará as denúncias de corrupção em Campinas foram sorteados na sessão desta quarta-feira (31/08), na Câmara Municipal. São eles: Miguel Arcanjo (PSC), Sebastião dos Santos (PMDB), Antonio Flôres (PDT), Angelo Barreto (PT), Élcio Batista (PSB) e Cidão Santos (PPS).

Juliana Montoya

Sindicância vai apurar irregularidades na aprovação de empreendimentos



Obras da Goldfarb e MRV, embargadas desde junho, apresentavam falhas no projetos

30/08/2011 - 11:51
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A Prefeitura de Campinas vai abrir um processo administrativo para investigar irregularidades na aprovação de empreendimentos imobiliários na cidade. Em junho, o Ministério Público denunciou que diversas obras foram liberadas sem apresentarem projetos de infraestrutura, como drenagem e galerias de águas pluviais. Desde então, a administração municipal embargou empreendimentos das construtoras MRV e Goldfarb. A sindicância vai verificar se houve envolvimento do ex-secretário de Urbanismo Hélio Jarreta e de outros funcionários nas irregularidades.
A administração municipal pretende buscar uma solução rápida para as pessoas que compraram apartamentos da Goldfarb e da MRV.

Entenda o caso


Em junho deste ano, foi embargado, em Campinas, um empreendimento da Gold China, que pertence à Goldfarb. As oito obras deste empreendimento ficam no Parque Jambeiro. O embargo dessa obra aconteceu por meio da ficalização da prefeitura. A contrutora não tinha nenhum projeto da obra aprovado ainda pela administração municipal. Tinham apenas a aprovação do loteamento. Com isso, eles poderiam fazer as obras de infraestrutura, como de drenagem e galerias de águas pluviais. O que os fiscais da prefeitura constataram é que a construtora já estava levantando os prédios. Na época, a EPTV esteve no local e confirmou que as paredes já foram levantadas, no entanto, a construtura respeitou o embargo e nenhum funcionário trabalhou na obra.

Um empreendimento da mesma empresa, o Gold Espírito Santo, foi embargado dias antes também no Parque Jambeiro. A irregularidade está no fato de que a construtora não fez o pagamento de uma taxa usada na construção de casas para famílias carentes, e também não fez investimentos obrigatórios em infraestrutura. No mesmo bairro, e pelos mesmos motivos, um condomínio da MRV já tinha sido embargado no início do mês. O empreendimento, que tem no total nove obras, está entre os 14, que tiveram irregularidades apontadas pelo MP. De todos esses, três já foram embargados, depois que a prefeitura abriu uma sindicância para apurar as irregularidades elencadas pelos promotores.

Gold China e Gold Los Angeles
Há uma semana atrás a construtora Goldfarb, responsável pelos empreendimentos da Gold China,decidiu cancelar as oito obras embargadas no Parque Jambeiro. A empresa, que tinha até o início de setembro para entregar para a Secretaria Municipal de Urbanismo o estudo do projeto corrigindo todos os erros apontados pelo Ministério Público (MP), divulgou comunicado anunciando a não continuidade da obra. A Secretaria de Urbanismo embargou o empreendimento Gold Los Angeles, de 322 apartamentos, que pertence a construtora Goldfarb, localizado no Parque Universitário.
 

mais que mil palavras...


Destaque do dia: capa do Jornal A Tarde

Destaque do dia: capa do Jornal A Tarde

OS, OSCIPS E CIA,MISTURAR O PÚBLICO COM O PRIVADO...


Justiça condena 12 por desvios na saúde e na educação


O Ministério Público Federal denunciou 16 suspeitos - 4 foram absolvidos por falta de provas


01/09/2011 - 10h48 . Atualizada em 01/09/2011 - 10h49
Agência Estado   

A Justiça Federal condenou 12 dirigentes e associados do Centro Integrado e Apoio Profissional (Ciap) por suposto desvio de R$ 28,39 milhões entre 2003 e 2010, verba federal destinada a programas públicos de 
saúde e educação. A sentença é do juiz Sérgio Fernando Moro, da 2ª Vara Federal Criminal de Curitiba. 


Moro destaca que o Ciap, por ser uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), não poder ter fins lucrativos. Segundo a sentença, os dirigentes da entidade “apropriaram-se e lavaram recursos públicos federais” recebidos para execução de projetos no Paraná, Maranhão e Rio de Janeiro. As penas variam de 5 a 17 anos de reclusão. 

O peculato e a lavagem de dinheiro teriam ocorrido entre janeiro de 2003 e abril de 2010. O Ministério Público Federal denunciou 16 suspeitos - 4 foram absolvidos por falta de provas. A Polícia Federal constatou que eram sacados cerca de R$ 150 mil por mês da conta do Ciap, desviados para Dinocarme Aparecido Lima, diretor da entidade. Ele pegou 17 anos e 4 meses de reclusão, a maior pena.

O juiz decretou confisco de bens avaliados em R$ 20 milhões. Os acusados também receberam como sanção proibição cautelar de trabalharem em Oscips ou entidades que receberem valores do poder público. Não podem exercer cargo ou função, por concurso ou comissionados, na administração pública.

“Não tive acesso à sentença, oportunamente vamos recorrer”, disse o criminalista Alberto Zacharias Toron, que defende Dinocarme. “Quanto à prisão, foi o próprio juiz que os colocou em liberdade. Não há nenhum fato novo que justifique o retorno do meu cliente à cadeia. A ideia de prisão está hoje superada na jurisprudência dos tribunais. Quanto à fiança, o valor é absolutamente irreal, uma vez que os bens (de Lima) foram sequestrados.
”