sexta-feira, 25 de maio de 2012

Caso Sanasa começa a ser julgado nesta 6ª com a presença de réus


24/05/2012 19h53 - Atualizado em 24/05/2012 21h02




Ex-primeira-dama e ex-prefeito estarão na Cidade Judiciária.
Dezenove pessoas são suspeitas por suposto esquema de corrupção.

do G1 em Campinas e Região
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Começa a ser julgado nesta sexta-feira (24), emCampinas (SP), o caso Sanasa, com a presença de parte dos réus que são suspeitos de integrar um suposto esquema de desvio de verba pública em contratos da autarquia responsável pelo tratamento de água da cidade. O caso envolve a ex-primeira-dama Rosely Nassim Jorge Santos e o prefeito cassado Demétrio Villagra (PT).
Além deles, estarão na Cidade Judiciária, às 11h, o ex-secretário de Comunicação Francisco de Lagos, o ex-secretário de Segurança Pública Carlos Henrique Pinto, o ex-diretor de Controle Urbano Ricardo Cândia e Luiz de Aquino, ex-presidente da Sanasa e delator do suposto esquema.
Rosely Nassim Jorge Santos (Foto: Reprodução EPTV)Rosely Nassim Jorge Santos ex-primeira-dama
de Campinas (Foto: Reprodução EPTV)
Na primeira audiência acontecem os depoimentos de acusação. Os seis réus não irão falar, mas devem estar presentes para acompanhar. Pode ser o primeiro encontro entre a ex-primeira-dama, acusada pelo Ministério Público (MP) de ser chefe da suposta quadrilha, e Luiz de Aquino, delator do esquema de fraudes. O juiz da 3ª Vara Criminal, Nelson Augusto Bernardes, pretende julgar o caso até o fim do ano.

Caso Sanasa
O caso Sanasa veio à tona em maio de 2011, após as análises do MP dos contratos envolvendo as empresas de José Carlos Cepera. No total são 19 envolvidos no suposto esquema. Entre os acusados que fazem parte do primeiro desmembramento do processo feito por Bernardes está a mulher do prefeito cassado Hélio de Oliveira Santos (PDT), Rosely Nassim Santos e os outros cinco que estarão nesta sexta-feira na Cidade Judiciária.
O segundo desmembramento inclui o ex-diretor técnico da Sanasa Aurélio Cance Júnior, o ex-conselheiro da autarquia Valdir Carlos Boscato, o promotor de eventos Ivan Goreti, os empresários Gabriel Gutierrez, João Carlos Gutierrez, João Thomaz Pereira Junior, Gregório Wanderlei Cerveira, Alfredo Antunes, Augusto Antunes, Pedro Luis Ibraim Hallack, Dalton dos Santos Avancini e os lobista Emerson Geraldo de Oliveira e Mauricio de Paulo Manduca. Os processos serão julgados separadamente.
Acusações
Rosely e Aquino são acusados por formação de quadrilha, corrupção passiva e fraude em licitações. Vilagra e Cândia responderão por formação de quadrilha e corrupção passiva. Já Henrique Pinto e Lagos vão à julgamento por formação de quadrilha.
Todos os empresários e lobistas irão responder por corrupção ativa. Além disso, Gabriel Gutierrez, João Carlos Gutierrez, João Thomaz Pereira Junior, Gregório Wanderlei Cerveira, Emerson Geraldo de Oliveira e Mauricio de Paulo Manduca são acusados também de fraudes em licitação. Ivan Goreti responderá por formação de quadrilha, enquanto que Aurélio Cance Junior por formação de quadrilha, corrupção passiva e fraudes em licitação. Já Valdir Boscato, por corrupção passiva.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Muuuiiito obriiigaaddo Dr Hélio e Quadrilha da Rosely, dedicamos mais um título a vocês!!! a reportagem é falsa mas a corrupção é verdadeira.


E a Saúde vai mal... obrigado por perguntar

ISTO NÃO DEVERIA ACONTECER A UM CÃO, MAS ACONTECE COM ELES E OS FUNCIONÁRIOS DO CCZ

CCZ de Campinas antecipa greve dos servidores


Funcionários da Centro de Controle de Zoonozes param nesta quarta contra as más condições de trabalho


08/05/2012 - 22h48 . Atualizada em 08/05/2012 - 22h53
Bruna Mozer  DA AGÊNCIA ANHANGUERA  
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Cachorro no Centro de Controle de Zoonoses de Campinas: reforma não tem data para começar
(Foto: Edu Fortes/AAN)
Os 54 funcionários do Centro de Controle de Zoonoses de Campinas (CCZ) iniciam nesta terça-feira (8) uma paralisação dos trabalhos dentro da unidade como forma de protesto pela falta de estrutura no local.
No sábado (5), os servidores da Prefeitura de Campinas iniciam greve geral, decisão tomada domingo (6) em assembleia do sindicato da categoria.
Como consequência da paralisação serão interrompidos os trabalhos de aplicação de inseticida nos bairros para combate ao mosquito da dengue.
A ação prevista para está quarta-feira (9), e que será cancelada, iria ocorrer no Parque Industrial. Em cada dia de trabalho, cerca de 400 imóveis são atendidos. O atendimento ao público no CCZ também será suspenso e feito o resgate de animais em casos de extrema urgência.
As reivindicações dos funcionários são as mesmas do ano passado, quando eles também fizeram a paralisação. Apesar de promessas feitas pelos secretários de Saúde que passaram pela Administração desde então, nenhum pedido foi cumprido, segundo os funcionários.
Eles apontam riscos de contaminação na utilização de produtos químicos como o organofosforado (marca comercial Malathion) nas ações de combate ao mosquito da dengue.
Ocorre que, apesar de usarem equipamento de proteção individual (EPI), a higienização é inadequada porque as vestimentas são limpas em máquinas de lavar comum e os restos do produto jogados na grama, o que contribui com os riscos de contaminação do lençol freático.
As salas administrativas também apresentam más condições de conservação, com paredes mofadas pela umidade. A falta de manutenção dos canis, segundo os servidores, também dificulta a limpeza.
Cada canil possui uma porta divisória que serviria para transferir o animal na hora da limpeza. Porém, esse espaço de pouco mais de 1,2 m² é ocupado por outro cão devido à superlotação.
A situação, segundo Afonso Basílio Junior, conselheiro de Saúde e funcionário do CCZ, impede que os funcionários entrem na cela e façam a limpeza correta.
“Já veio secretário, engenheiro, fizeram medição, disseram que iam fazer reforma, mas até agora nada”, disse Basílio.
A Secretaria de Saúde informou, por meio da assessoria de imprensa, que há um projeto de reforma para o CCZ, mas sem previsão de início. Disse ainda que a suspensão das ações contra a dengue não causará problemas ao programa e que agora a prioridade é o combate à gripe.

"Quem vigia os nossos vigilantes vereadores?"

Legislativo campineiro fica sem seguranças


Serviço terceirizado de vigilância, que custava R$ 113 mil ao mês, foi encerrado


08/05/2012 - 22h36 . Atualizada em 08/05/2012 - 22h44
Maria Teresa Costa  DA AGÊNCIA ANHANGUERA  
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Guarda municipal patrulha interior da Câmara: serviço de vigilância terceirizada interrompido
(Foto: Alessandro Rosman/AAN)
A Guarda Municipal e recepcionistas estão fazendo a segurança interna da Câmara Municipal desde segunda-feira (7), substituindo os vigilantes que foram retirados com o fim do contrato de terceirização do serviço, que vinha sendo prestado pela Power Segurança e Vigilância Ltda.
A Câmara pagava R$ 113 mil mensais para o trabalho de sete vigilantes por turno e mais o monitoramento. No pregão realizado nesta terça (8) para escolher a nova empresa, a própria Power ofereceu o menor preço, R$ 94 mil para o serviço de vigilância. Nova licitação será aberta para escolher a empresa que fará o monitoramento.
Há previsão de que pelo menos um empresa que participou do certame entre com recurso — o prazo termina na sexta (11). Caso contrário, o pregão será homologado na segunda-feira (14).
Enquanto isso não ocorre, a GM e até as recepcionistas do Legislativo estão atuando na segurança. Por conta disso, vereadores estão tendo que deixar a Casa mais cedo, como ocorreu na terça-feira com Petterson Prado (PMDB).
Ele estava em seu gabinete na segunda-feira, às 23h, com o advogado, e recebeu um telefonema do chefe da segurança de que a Câmara precisaria fechar porque o contrato com a empresa havia se encerrado e não haveria vigilância durante a madrugada.
O vereador disse que há um carro da GM do lado de fora do prédio do Legislativo, mas segundo ele, é pouco. “Temos documentos importantes na Câmara e é preciso segurança o tempo todo”, afirmou. Segundo ele, não deveria ter ocorrido esse período vago entre os contratos da empresa que sai e a que irá assumir o serviço.
Leia mais nas edições do dia 09/05 dos jornais do Grupo RAC

sexta-feira, 4 de maio de 2012

TJ-SP nega pedido para liberar bens de ex-prefeito Hélio




Em março deste ano uma liminar determinou o bloqueio de bens do prefeito cassado, de sua mulher, Rosely Nassim Jorge Santos e de mais nove pessoas


03/05/2012 - 11h12 . Atualizada em 03/05/2012 - 12h09 
Moara Semeghini  DO PORTAL RAC  
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O prefeito cassado de Campinas Hélio de Oliveira Santos
(Foto: Cedoc/RAC)
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O pedido feito pelo ex-prefeito de Campinas Hélio de Oliveira Santos, de desbloqueio de bens e exclusão de seu nome na ação popular que pretende devolver aos cofres públicos todo o dinheiro desviado no esquema de corrupção em contratos da Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A (Sanasa), foi negado nesta quarta-feira (2) pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP).

Em março deste ano, o juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Mauro Fukumoto concedeu liminar que determinou o bloqueio de bens do prefeito cassado, de sua mulher, Rosely Nassim Jorge Santos e de mais nove pessoas.

Sete ações populares movidas pelo vereador Rafa Zimbaldi (PP) pedem que todo o dinheiro seja devolvido aos cofres públicos.

O bloqueio corresponde a 10% do valor total dos contratos assinados entre as empresas Guttierrez, Hidrax e Lótus e a Sanasa. O pedido foi feito pelo vereador Rafael Zimbaldi (PP).  
Uma liminar determinou o bloqueio dos bens de Hélio de Oliveira Santos no valor correspondente a 10% da quantia do contrato administrativo celebrado entre a Sanasa e a Gutierrez Empreendimentos e Participações Ltda., declarado irregular e ilegal pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP).

Na decisão, o desembargador Carvalho Viana afirma que o pedido de liminar não cabe julgamento nesta fase processual 'já declarado ilegal e irregular pelo Tribunal de Contas, sendo prudente a medida a fim de se resguardar o ressarcimento ao erário, medida que se funda no poder geral de cautela do juiz, ainda que não tenha havido decisão definitiva no processo criminal. O julgamento se dará em breve e não há perigo de lesão grave e de difícil ou incerta reparação, em se aguardar a manifestação da turma julgadora'.

Clique na imagem para visualizar o processo
Infográfico